domingo, 16 de maio de 2010

Coração mole, de manteiga. Posso derretê-lo?

Tu és a única excepção,
a excepção que me chama a razão,
mas jamais a voz da razão.

Tanto erro que por ti corre,
tanto erro que de ti vem,
tanto erro que por ti tens.

Coração?
Não vejo onde.

É pedra?
Por raras vezes se mostra assim.

Coração mole?
Mais isso que duro.

Deixa-me derrete-lo até á exaustão.

Dá-me a mão,
amor meu.

Larga a excepção,
esse enorme perdão.

Acerta o compasso do teu,
afinal,
mole coração.

Coração de manteiga,
que eu vou derreter,
quando o puder ter.

3 comentários:

  1. Sinceramente, dos melhores poemas que já escreveste... Está excelente.
    Adorei lê-lo.

    IS

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  2. Ta muito bom sim senhor :) IP

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